sábado, 25 de julho de 2009


Acredito que, muitas vezes, na vida precisamos perder-nos para nos conseguirmos encontrar...

domingo, 19 de julho de 2009

Passam os dias...

Há dias em que não conseguimos fugir de nós próprios, em que não conseguimos evitar aquilo que somos e aquilo que sentimos...
E se uns dias conseguimos ver algo de bom, outros há em que nos sentimos pequenos... Fracos... Vazios...

sábado, 11 de julho de 2009

Amar...


Nem sempre amar é dar ou receber...
Nem sempre é caminhar lado a lado...
Às vezes, e muito mais difícil, é ter de abdicar...
Abdicar do que desejamos, do que precisamos,
do que pensámos que a vida nos reservava...
É sofrer, até doer a alma...

Amar é, também, desprender-se,
Para fazer outros felizes...

quinta-feira, 9 de julho de 2009

De Coração na Missão



Como diz o povo moçambicano, "estamos juntos"... Nesta aventura, nesta caminhada, nesta entrega ao próximo.
Conto com cada um de vós para serem a minha "família", o meu conforto...
Agora, resta vencer a ansiedade desse dia que teima em não chegar... É impressão minha ou estes dias de Julho estão mais compridos???? :)

O início...

Há algum tempo atrás, li um texto que me fez pensar... Senti-o como um novo começo...


"Que medo nos persegue tão violentamente, obrigando-nos a exigir de tudo uma certeza?
Há certezas que nunca chegarão, simplesmente porque não tivemos a coragem ou a inocência de arriscar. No pensamento, equacionamos tantas possibilidades e impossibilidades, dúvidas e probabilidades, acertos e falhas, que aí esbanjamos os dias, as noites e o tempo, enredados em questões de que não chegamos a sair...
E o momento passa. Passam os dias, as noites e o tempo. Vai passando a vida toda e não sabemos.
Esquecemo-nos de ouvir o coração. Perdemos a fé no que sentimos. Não arriscamos a seguir pura e simplesmente a voz do amor e perdemos dia após dia o paraíso. E, no entanto, seria tão mais simples se não nos esquecêssemos nunca que no peito de cada ser há um coração pulsante. Seria tão mais simples se o primeiro gesto da manhã fosse o colocar a mão sobre o coração para o sentir vivo. Por que não seguir a voz do coração sem perguntar porquê, sem duvidar? Não será preciso, por vezes, abdicar desta vontade medrosa de querer saber o porquê de todas as coisas, de ter a certeza de tudo, de estar sempre na posse absoluta de certezas inabaláveis?
Por uma vez, não seremos capazes de dar um passo sem rede e sem seguro?
Por uma vez, sem questionar, sem querer saber porquê nem que riscos corremos, ouçamos o coração, deixemos que nos leve... Sem esbanjar os dias, as noites e o tempo."